Caros amigos,
Deixo o video da RTP do curso de TPS 2009, assim que possivel venho cá partilhar convosco as minhas reflexões acerca do mesmo...
Obrigado por visitarem o Blog
Curso TPS 2009 SIC
Curso de Técnicas de Protecção e Segurança 2009
29/08/2009
10/05/2009
Divulgação do livro "Principios del adiestramiento táctico"
O meu amigo, e reputado profissional, Cecilio Andrade ( http://www.cecilioandrade.es/ ), lançou um livro muito interessante, e mais do que isso, muito importante, diria, obrigatório.
Podem seguir o link que deixo abaixo.
"Principios del adiestramiento táctico" - de Cecilio Andrade (es)
Podem seguir o link que deixo abaixo.
"Principios del adiestramiento táctico" - de Cecilio Andrade (es)
http://www.todo-seguridad.com/?p=564
Ao Cecilio Andrade, agradeço o facto de partilhar, neste livro, conhecimentos tão importantes e rigorosos, para quem tem uma missão tão difícil e importante a cumprir.
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Cecilio Andrade,
Jaime Borges Pereira
Curso de Técnicas de Protecção e Segurança - Agosto 2009
Vai realizar-se em Agosto de 2009, de 21 a 30, na Escola de Polícia Judiciária, mais uma edição daquele que é o maior curso, não institucional, a realizar-se em Portugal, e um dos maiores e mais completos da Europa.
São 10 dias de muito trabalho, com um quadro de matérias muito abrangente, que vai desde as Técnicas de Protecção e Segurança, á Condução Defensiva Avançada, ao Suporte Básico de Vida, Defesa Pessoal, Tiro, Área Jurídica, etc...
Com o apoio Logístico, e a certificação da Escola de Policia Judiciária, este evento mais uma vez, marcará a fasquia de qualidade e rigor que estas formações devem possuir.
Para inscrições vejam o site:
Mais uma etapa cumprida!
Mais uma etapa cumprida, que é como quem diz, mais uma acção de formação ministrada, e como já vem sendo habitual, foi um sucesso!
Desta feita, e após os dois cursos de Técnicas de Low Light que ministrámos no inicio do ano, bem como o de Técnicas de Algemagem e Extração de Viaturas, realizamos o Curso de Tiro Defensivo - Pistola Nível 1.
O evento decorreu na Escola de Policia Judiciária, em Loures, com quem a ASSPJ/CEPIAF tem tido a honra e o privilégio de trabalhar neste projecto. Essa colaboração muito tem contribuído para a qualidade logística e pedagógica dos cursos, dadas as condições ímpares em Portugal que a EPJ nos oferece para trabalhar.
Facto que também contribui grandemente para a qualidade dos eventos, é o quadro de formadores da ASSPJ/CEPIAF, cujo conhecimento técnico e qualidade pedagógica coloca, hoje, a CEPIAF, como maior, e melhor (não somos nós que o dizemos, são os nossos alunos), entidade organizadora de cursos de formação não institucional, na área policial, do país.
É uma honra, mas também uma grande responsabilidade: é preciso melhorar e fazer sempre mais, quando se trabalha em áreas de formação, como esta, na qual se fala da vida das pessoas, e fundamentalmente da vida, leia-se sobrevivência dos polícias, não podem haver cedências nem compromissos na qualidade do nosso trabalho. Há que ser sério.
Desta feita, e após os dois cursos de Técnicas de Low Light que ministrámos no inicio do ano, bem como o de Técnicas de Algemagem e Extração de Viaturas, realizamos o Curso de Tiro Defensivo - Pistola Nível 1.
O evento decorreu na Escola de Policia Judiciária, em Loures, com quem a ASSPJ/CEPIAF tem tido a honra e o privilégio de trabalhar neste projecto. Essa colaboração muito tem contribuído para a qualidade logística e pedagógica dos cursos, dadas as condições ímpares em Portugal que a EPJ nos oferece para trabalhar.
Facto que também contribui grandemente para a qualidade dos eventos, é o quadro de formadores da ASSPJ/CEPIAF, cujo conhecimento técnico e qualidade pedagógica coloca, hoje, a CEPIAF, como maior, e melhor (não somos nós que o dizemos, são os nossos alunos), entidade organizadora de cursos de formação não institucional, na área policial, do país.
É uma honra, mas também uma grande responsabilidade: é preciso melhorar e fazer sempre mais, quando se trabalha em áreas de formação, como esta, na qual se fala da vida das pessoas, e fundamentalmente da vida, leia-se sobrevivência dos polícias, não podem haver cedências nem compromissos na qualidade do nosso trabalho. Há que ser sério.
22/02/2009
Mais um grande curso em espanha!
Já lá estive, são profissionais do melhor que conheço, vale a pena irem!
(Aos meus irmãos de armas da SI Europe um grande abraço, voltarei aí em breve!)
"Me es muy grato comunicar que prácticamente todas las plazas han sido completadas a falta de confirmar días de asistencia específicos en cada caso, en breve procederemos a cerrar la inscripción.
Así mismo informo que es conveniente ponerse en contacto con José María, vía email para confirmar titulares del curso, algunos alumnos han hecho el ingreso directamente sin poner DNI ni especificar si el titular de la cuenta es el asistente al curso. Por favor es muy importante ambos datos.
Además de por motivos de seguridad, identificar con precisión a los alumnos, es importante ponerse en contacto para el tema de alojamiento y necesidades específicas de cada curso, amén de otras informaciones necesarias.
SEMANA TÁCTICA 2009 DE SUAREZ INTERNATIONAL EUROPE.
A modo de adelanto y con lo que ya viene siendo un cita fija desde hace años, nos ponemos en contacto con ustedes para informar del conjunto de cursos a celebrar el próximo mes de Abril de 2009 en Almería organizado por Suarez International Europe, en su Semana Táctica 2009 con el programa básico que sigue:20-21 de Abril: Pistola Táctica. 22 de Abril: Force on Force individual.23 de Abril: Force on Force en binomio operativo, incluido trabajo policial ordinario (no de asalto) en autobús.24 de Abril: Force on Force individual y en binomio operativo en interior de edificios.
Precios.
Semana Táctica completa: 300€.
Módulo de tiro, 2 días: 150€.
Módulo de Force on Force, 3 días: 250€.
Estos precios son hasta finales de Marzo, quienes se inscriban a posteriori de esta fecha deberán abonar un 30% adicional.
Como en años anteriores la matrícula será el 50 % del costo, y una vez abonada solo se podrá cancelar con un cambio en el asistente.
Instructores.
Tiro: EDUARDO DE COBOS ABREU.
Táctica: JOSE CECILIO ANDRADE GARCIA.
Para cualquier aclaración o duda que tengan por favor ponganse en contacto con nosotros.
suarezinternationaleurope@yahoo.es
suarezinternationaleurope@yahoo.es
El material necesario y obligatorio son, gafas de tiro y cascos auditivos, fundas, cinturón, etc…Quienes por alguna razón tenga falta de algún elemento, pueden comunicarnoslo y se lo intentaremos facilitar.
Un saludo
JOSE M BAUTISTA
SUAREZ INTERNATIONAL EUROPE"
De volta!
Estamos de volta após uma pausa forçada pelas vicissitudes da gestão da formação, e claro, da vida profissional.
Após o curso de Tiro Defensivo (Pistola) Nível 1, que noticiei aqui, e que foi um tremendo sucesso, fizemos ainda um Curso de Técnicas de Algemamento e Defesa Pessoal no final de 2008, e abrimos 2009 com dois cursos de Low Light que esgotaram em 3 dias!!!
A procura foi mais uma vez impressionante, e o curso foi classificado por todos os intervenientes como sendo de altíssima qualidade. Aliás esse tem sido o feedback, quer dos nossos alunos, quer das instituições com quem temos trabalhado.
E isso é o fundamental, o reconhecimento da qualidade! Quando o trabalho se torna conhecido pela sua seriedade e rigor, sabemos que trilhamos o caminho correcto, sabemos que quem se refugia em estratégias que apenas visam o lucro fácil á custa do "tráfico" da vida dos policias portugueses não irá longe, sabemos o trabalho sério, feito por profissionais sérios alcança resultados de realce a todos os níveis: vai ao encontro do que os nossos alunos procuram, vai ao encontro de uma prática de preços acessível aos profissionais, vai ao encontro da credibilidade que só as grandes instituições podem conferir a este trabalho.
Continuaremos a trilhar este rumo, que sabemos ser o correcto e para tal já programámos a formação de 2009, que em breve será aqui disponibilizada, bem como através do site da Associação Sindical dos Seguranças da Policia Judiciária, http://www.ass-pj.org/ .
Obrigado por continuarem interessados neste humilde blog, voltarei em breve com mais contributos, ao nível da habitual filosofia acerca das temáticas do costume!
Após o curso de Tiro Defensivo (Pistola) Nível 1, que noticiei aqui, e que foi um tremendo sucesso, fizemos ainda um Curso de Técnicas de Algemamento e Defesa Pessoal no final de 2008, e abrimos 2009 com dois cursos de Low Light que esgotaram em 3 dias!!!
A procura foi mais uma vez impressionante, e o curso foi classificado por todos os intervenientes como sendo de altíssima qualidade. Aliás esse tem sido o feedback, quer dos nossos alunos, quer das instituições com quem temos trabalhado.
E isso é o fundamental, o reconhecimento da qualidade! Quando o trabalho se torna conhecido pela sua seriedade e rigor, sabemos que trilhamos o caminho correcto, sabemos que quem se refugia em estratégias que apenas visam o lucro fácil á custa do "tráfico" da vida dos policias portugueses não irá longe, sabemos o trabalho sério, feito por profissionais sérios alcança resultados de realce a todos os níveis: vai ao encontro do que os nossos alunos procuram, vai ao encontro de uma prática de preços acessível aos profissionais, vai ao encontro da credibilidade que só as grandes instituições podem conferir a este trabalho.
Continuaremos a trilhar este rumo, que sabemos ser o correcto e para tal já programámos a formação de 2009, que em breve será aqui disponibilizada, bem como através do site da Associação Sindical dos Seguranças da Policia Judiciária, http://www.ass-pj.org/ .
Obrigado por continuarem interessados neste humilde blog, voltarei em breve com mais contributos, ao nível da habitual filosofia acerca das temáticas do costume!
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Jaime Borges Pereira
25/09/2008
Curso de Tiro Defensivo - Pistola Nivel 1
A ASSPJ vai levar a cabo mais uma acção de formação, desta vez o 1º Curso de Tiro Defensivo - Pistola Nível 1, o curso vai ter lugar no dias 17 a 19 de Outubro de 2008.
Para mais informações e inscrições vá a: http://www.ass-pj.org/ ou através do e-mail cepiaf@ass-pj.org
Para mais informações e inscrições vá a: http://www.ass-pj.org/ ou através do e-mail cepiaf@ass-pj.org
Mais uma grande iniciativa da ASSPJ-CEPIAF, que vai trilhando o seu caminho na formação de forma segura e coerente, colocando ao serviço dos operacionais portugueses formação inovadora e de excelência.
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Jaime Borges Pereira
02/09/2008
Curso de TPS
Acerca do curso que organizei, nos próximos dias, colocarei aqui no blog algumas considerações.
Para já, expresso o meu profundo agradecimento a toda a equipa de formadores, que foram brilhantes, e a todos os formandos que foram inexcediveis na entrega ao trabalho.
Bem-Hajam!
Jaime
Para já, expresso o meu profundo agradecimento a toda a equipa de formadores, que foram brilhantes, e a todos os formandos que foram inexcediveis na entrega ao trabalho.
Bem-Hajam!
Jaime
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Jaime Borges Pereira
Trabalho com armas. A segurança.
Depois de algum tempo sem cá vir, por motivos que já todos conhecem, estou de volta com mais um grande contributo do meu querido amigo e grande guerreiro, Cecilio Andrade.
El principio tan repetido por los centuriones romanos de “entrena como trabajas, trabaja como entrenas” debe formar parte íntima de la filosofía y modo de operar con armas de fuego, sea durante su limpieza, portándolas, en el campo de tiro o en una acción de alto riesgo. Si el cuerpo y la mente solo saben actuar de una forma correcta, jamás podrán equivocarse por muy estresados o apurados que puedan encontrarse. Pero hay que recordar que esto no debe ser una excusa para el inmovilismo y el estancamiento
Para todo profesional es evidente que sin unos mínimos requisitos de seguridad cualquier trabajo puede pasar de ser un simple riesgo a convertirse en una grave negligencia, paralela al delito, cuando no lo sea en si misma.
Las normas de seguridad suelen dividirse generalmente en tres apartados, seguridad general, durante los entrenamientos y durante las operaciones. Aunque en principio esta división resulta válida se debe tener en cuenta que con una correcta base de instrucción, las acciones siempre responderán al entorno en el que se realicen.
Cinco son las claves fundamentales de seguridad, totalmente aplicables a cualquier situación, del tipo que sea. Como ya se verá a lo largo de este trabajo es indiferente el estar en una galería de tiro o en una acción de riesgo para tenerlos presentes.Partiendo de estas claves de sentido común será fácil aplicar de forma natural todo lo demás.
÷ Estar siempre alerta. Dice el proverbio hombre prevenido vale por dos. Si se pueden detectar los problemas por anticipado, casi siempre se podrán evitar.
÷ Confiar en los sentidos cuando éstos dicen que algo anda mal. El sexto sentido es algo real, y no algo esotérico, es simplemente que el subconsciente, siempre alerta, detecta algo anómalo, erróneo, incorrecto, no sabemos lo que es pero algo no está bien. El negarlo no sirve de nada, hay que confiar en ese sexto sentido y buscar lo que está mal.
÷ Adquirir anticipadamente los conocimientos, habilidades y equipo necesarios para garantizar una capacidad de reacción correcta.
÷ Planificar las acciones, hacer un plan de batalla, general y adaptable. Esto válido para todo lo que se realice. Fracasar en planificar es planificar el fracaso dice una máxima.
÷ Actuar en el momento crítico, ser decidido, tener la capacidad de hacer lo que se deba hacer en el momento necesario, y poseer esa capacidad bien asumida. La acción incorrecta en momento exacto es mejor que la mejor acción un segundo más tarde.
Las normas de seguridad generales deben presidir cualquier acción relacionada con armas de fuego. Hay que tener en cuenta que legalmente se habla de profesionales cuya titulación y cualificación técnica los hace merecedores de una destreza indiscutible en el uso de las armas.
÷ Tratar todo arma como si estuviera cargada y dispuesta para abrir fuego.
÷ Cuando se reciba un arma, incluso de la armería o cuarto de armamento de la unidad, antes de ninguna otra manipulación comprobar si se encuentra cargada o no. ¡No suponer ni creer nada!
÷ No apuntar a nadie con el arma, y, por supuesto, no introducir el dedo en el guardamonte, si no se está dispuesto y convencido de la necesidad de disparar.÷ Apuntar siempre la boca de fuego hacia lugares en los que disparos fortuitos no causen daños personales.
÷ No abandonar nunca un arma ni dejar las armas al alcance de nadie, además de que puede ser empleada contra uno, la atracción de las armas es algo más que un concepto psicológico.
÷ Evidentemente, no jugar con las armas sean reales o no. El cuerpo repite de forma natural lo que se le acostumbra a hacer, por ello si se acostumbra a manipulaciones inseguras con la excusa de que es un arma de juguete o de que está descargada, la mano actuará de la misma forma el día que al arma sea real, esté cargada y alimentada.
÷ Jamás arrojar el arma contra el suelo, una mesa, o incluso una cama, si no depositarla.
÷ Cuando no se porte el arma guardarla en su armero, se puede considerar también el mantener la munición en otro lugar, si el armero se encuentra en el domicilio.
÷ Evitar, dentro lo posible, que otras personas conozcan el emplazamiento del armero, e incluso que se es propietarios de un arma de fuego.
÷ Alcohol o cualquier sustancia que afecten a la mente jamás debe asociarse con el uso, o incluso el transporte de un arma de fuego.
÷ Las armas es preciso conocerlas en profundidad para manejarlas con seguridad, si esto no es así hay que acudir a un instructor.
÷ Los accidentes son siempre consecuencia de negligencia. Existen los fallos mecánicos, estructurales y otros, pero siempre hay que pensar que uno mismo es el responsable de cualquier accidente ocurrido con el arma que porta.
Debe adquirirse un perfecto nivel de habilidad y destreza en el empleo y manipulación del arma. Existe un viejo adagio aplicable a cualquier cosa que se desee realizar correcta, segura y perfectamente, entrenar, entrenar, entrenar, y después más, hasta que forme parte de la propia naturaleza e instintos.
Una vez llegado al campo de tiro, a las normas generales deben sumarse un grupo más de normas de seguridad, tendentes a evitar accidentes, ya sean los entrenamientos individuales o en equipo.
÷ Si se va a entrenar solo comunicar donde estará entrenando a alguien de la unidad, familia o amigos.
÷ Cuando el entrenamiento se realice en grupo, siempre debe haber un director del mismo, que marcará que hay que hacer, como y cuando, y cualquier otra información que considere pertinente.
÷ Entre sesiones, el arma estará con el seguro puesto y colgada si es arma larga o en la funda de ser arma corta.
÷ Nunca se manipulará un arma a espaldas de los compañeros que están trabajando.
÷ En una línea de tiro, nunca adelantarse o atrasarse con respecto a los demás compañeros, manteniéndose siempre a la misma altura, salvo que el ejercicio y el instructor marquen otra cosa.
÷ Prestar especial atención a derecha, izquierda y atrás, para evitar tropezones, golpes o disparos fortuitos por cruce de trayectorias.
÷ En entrenamientos de asalto y entrada, se revisará la zona, tras lo cual con un silbato, sirena, voz u otra señal convenida se indicará que se van a realizar acciones con fuego real.
÷ Mantenerse despejados, comer ligero, no tomar alcohol, y en lo posible bebidas gaseosas, si se va a realizar entrenamientos con armas de fuego.
÷ Jamás trabajar sin gafas de tiro ni protectores auditivos.
Partiendo de la premisa de que la seguridad en el uso de las armas resulta la regla más básica para un agente con un nivel mínimo de profesionalidad, esta premisa adquiere toda su importancia cuando se trata de acciones reales en las que surgen factores no controlables.
÷ Estar seguro de la propia capacidad para hacerse cargo de la misión. El exceso de confianza o la sobreestimación de las capacidades no solo son poco profesionales, si no que puede acabar en una situación donde se juegue con la vida de compañeros o ciudadanos.
÷ Evitar disparar si no se reconoce claramente el objetivo o si se observa movimientos no identificados tras de él.
÷ Cuidado si se abalanzan hacia uno, es posible que sean ciudadanos aterrorizados buscando auxilio y protección.
÷ Para la mayoría de las acciones actuales, policiales o militares en misiones de mantenimiento de paz, la primera directriz y premisa fundamental en un asalto, registro o rescate, es la de preservar toda de vida inocente. En principio siempre es preferible que un criminal huya a dañar a inocentes por el ansia de capturarlo.
Esto tiene matizaciones muy importantes a tener en cuenta según el tipo de criminal contra el que se actúe. Debe considerarse su peligrosidad y el riesgo de que genere daños mayores si escapa, que los que se puedan provocar con la acción de neutralización.
÷ La acción será estudiada, si ello es posible y la premura de tiempo lo permite, con atención, y entendida por todos los componentes del grupo actuante, así como de todo aquel que de una forma u otra tenga algo que ver en la acción.
÷ Durante la ejecución de la acción evitar apuntar, y mucho menos abrir fuego sobre las zonas en las que pueden aparecer compañeros.
÷ El nivel de estrés de este tipo de acciones provoca el llamado efecto túnel, hay que tratar de mantener una visión abierta y general de la zona para evitar actos que puedan desembocar en disparos involuntarios.
Las normas de seguridad general y de entrenamiento son especialmente importantes en estas acciones, ya que son estas, si están bien aprendidas y asimiladas las que se aplicarán de una forma instintiva y natural.
Sobre todas los principios de seguridad aplicables debemos emplear siempre la mejor arma, el cerebro, y con él sacarle partido al mejor y menos común de los sentidos, el sentido común.
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Cecilio Andrade
01/07/2008
AS GLOCK do MAI 1
Por Luís Pereira, mais um grande artigo, desta feita acerca de uma arma que dispensa qualquer apresentação, mas que merece ser discutida e rediscutida por forma a que não nos esqueçamos do que são feitas as coisas boas!
As Glock do MAI
Vai para 28 anitos que Gaston Glock apresenta uma pistola no concurso para escolha de uma arma para o exército austríaco.
A arma era relativamente original, apresentando cerca de 40% dos componentes em plástico.
Era uma pistola relativamente grande, com travamento por curto recuo do cano tipo Browning/Peters, com rampa de alimentação e câmara não suportada.
Funcionava com um percutor de agulha lançado.
Tinha um sistema de gatilho denominado "Safe Action", no qual ao ser introduzida a munição na câmara, o percutor ficava armado cerca de 1/3 do seu percurso, armando o restante ao ser premido o gatilho para disparar.
Não tinha nenhuma patilha de segurança exterior, possuindo apenas três sistemas de segurança internos, sendo o primeiro uma trava no gatilho accionada pelo dedo do atirador, o segundo um bloqueio do percutor accionado por uma bossa na alavanca intermediária de disparo, e o terceiro uma segurança contra quedas montada directamente sob o armador.
O carregador bifilar para 17 munições e o calibre 9x19mm tornam-a uma verdadeira “wondernine”!

Para muitos essa arma era o futuro, para outros era "mais uma arma"...
Hoje, passadas quase três décadas após a adopção da "P-80" (designação militar da Glock 17 na Áustria) em 1982 pelas forças armadas e corpos de polícia austríacos, o debate ainda não acabou.
Na realidade, não só a arma foi evoluindo e amadurecendo, como os seus detractores e alguns cérebros iluminados ainda continuam a inventar, esgrimindo ideias e pesadelos.
Admito que, atendendo á minha auto-formação inicial em armamento e seguinte formação profissional na Força Aérea, também eu torci o nariz a uma arma sem um "pinchavelho de segurança" pendurado algures!
Após algum estudo e ter tido a sorte de ver uma ao vivo e ter a oportunidade de a experimentar, mudei de ideia e aderi ao "Safe Action", elegendo a minha arma de eleição.
Com a minha própria evolução, fui mudando de ideias no que respeita a uma série de coisas.
As Glock do MAI
Vai para 28 anitos que Gaston Glock apresenta uma pistola no concurso para escolha de uma arma para o exército austríaco.
A arma era relativamente original, apresentando cerca de 40% dos componentes em plástico.
Era uma pistola relativamente grande, com travamento por curto recuo do cano tipo Browning/Peters, com rampa de alimentação e câmara não suportada.
Funcionava com um percutor de agulha lançado.
Tinha um sistema de gatilho denominado "Safe Action", no qual ao ser introduzida a munição na câmara, o percutor ficava armado cerca de 1/3 do seu percurso, armando o restante ao ser premido o gatilho para disparar.
Não tinha nenhuma patilha de segurança exterior, possuindo apenas três sistemas de segurança internos, sendo o primeiro uma trava no gatilho accionada pelo dedo do atirador, o segundo um bloqueio do percutor accionado por uma bossa na alavanca intermediária de disparo, e o terceiro uma segurança contra quedas montada directamente sob o armador.
O carregador bifilar para 17 munições e o calibre 9x19mm tornam-a uma verdadeira “wondernine”!

Para muitos essa arma era o futuro, para outros era "mais uma arma"...
Hoje, passadas quase três décadas após a adopção da "P-80" (designação militar da Glock 17 na Áustria) em 1982 pelas forças armadas e corpos de polícia austríacos, o debate ainda não acabou.
Na realidade, não só a arma foi evoluindo e amadurecendo, como os seus detractores e alguns cérebros iluminados ainda continuam a inventar, esgrimindo ideias e pesadelos.
Admito que, atendendo á minha auto-formação inicial em armamento e seguinte formação profissional na Força Aérea, também eu torci o nariz a uma arma sem um "pinchavelho de segurança" pendurado algures!
Após algum estudo e ter tido a sorte de ver uma ao vivo e ter a oportunidade de a experimentar, mudei de ideia e aderi ao "Safe Action", elegendo a minha arma de eleição.
Com a minha própria evolução, fui mudando de ideias no que respeita a uma série de coisas.
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Luis Sousa Pereira
As GLOCK do MAI 2
Assim, não consigo (ou infelizmente, até consigo...) compreender a ideia peregrina de alguém querer montar uma patilha de segurança externa actuada pelo operador numa arma que seja perfeitamente segura.
Sei que em meados da década de 80', as forças policiais da Tasmânia, do Paquistão, alguns grupos de segurança israelitas e algumas corporações policiais sul-americanas quiseram as suas Glock equipadas com patilhas de segurança.
Em resposta a esta necessidade, Joe Cominolli introduziu no mercado um conjunto de gatilho com patilha de segurança exterior para ser vendido "after market",acompanhado por uma ferramenta para recortar a carcaça e assim permitir a montagem do conjunto.


Essas armas são vulgarmente designadas de 17S, muito embora não tenham o "S" gravado na arma e desconheço se alteração foi efectuada na própria Glock ou se á posteriori.
Da mesma forma, o NYPD também achou que, muito embora a arma fosse excelente, o sistema de gatilho não seria muito seguro nas mãos do comum dos polícias de giro, tendo a própria Glock introduzido o "New York Trigger" que aumenta o peso do gatilho para o de um revólver.

Sei que em meados da década de 80', as forças policiais da Tasmânia, do Paquistão, alguns grupos de segurança israelitas e algumas corporações policiais sul-americanas quiseram as suas Glock equipadas com patilhas de segurança.
Em resposta a esta necessidade, Joe Cominolli introduziu no mercado um conjunto de gatilho com patilha de segurança exterior para ser vendido "after market",acompanhado por uma ferramenta para recortar a carcaça e assim permitir a montagem do conjunto.


Essas armas são vulgarmente designadas de 17S, muito embora não tenham o "S" gravado na arma e desconheço se alteração foi efectuada na própria Glock ou se á posteriori.
Da mesma forma, o NYPD também achou que, muito embora a arma fosse excelente, o sistema de gatilho não seria muito seguro nas mãos do comum dos polícias de giro, tendo a própria Glock introduzido o "New York Trigger" que aumenta o peso do gatilho para o de um revólver.

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Luis Sousa Pereira
As Glock do MAI 3
Com isto tudo, chegamos a Portugal em pleno século XXI, quando o MAI resolve abrir um concurso para o fornecimento de uma nova arma para equipar as suas polícias.
Foi apresentado um caderno de quesitos, as marcas concorreram e apresentaram as suas armas para teste.
Para não variar, a Glock 19 varreu literalmente a concorrência, quer pela sua qualidade, quer pelo seu preço imbatível.
Mas... de repente, já a meio do concurso, alguma alma iluminada lembra-se de introduzir um novo quesito: a arma a ser fornecida, tinha obrigatoriamente de possuir uma patilha de segurança externa!

Não que eu tenha alguma coisa contra a evolução... antes pelo contrário!
Mas sou muito parcial contra esta segurança em termos de ergonomia: em situações de stress (deixemos-nos de tretas, de medo mesmo!), pela análise das fotografias que se vão apanhando por aí, em minha opinião os operadores estão sujeitos a ejectar o carregador quando quiserem colocar a patilha de segurança na posição de fogo.
Por outro lado, pode acontecer o operador ficar a lutar contra o botão da patilha de segurança, quando quiserem fazer uma troca de carregador...
Isto tudo, exclusivamente porque é muito mais fácil fazer o pedido estúpido de uma patilha de segurança que não faz falta nenhuma, do que ensinar os operadores a utilizar as armas em segurança.

Claro que estes não foram os únicos iluminados… basta ver a quantidade de “coisas” para a Glock que aí andam, como sejam os “Saf-T-Block”, os “Side LockSafety Trigger”, e tantas outras cangalhas que aparecem no sentido de se ganhar umas lecas, a troco de um sentimento de segurança física que na realidade não existe.
Quanto ao ser uma arma revolucionária… bem… desculpem-me os puristas, mas não o era e continua a não o ser!
A carcaça integralmente em plástico remonta á velhinha Heckler & Koch VP70 concebida em 1968 e comercializada em 1970, sendo também uma das primeiras pistolas modernas sem qualquer patilha de segurança externa.
O sistema de travamento Browning com rampa de travamento já vem da Hi-Power em finais da década de 20’, e o travamento por bloco na janela de ejecção da Peters também é da década de 50’.
Já o sistema do gatilho remonta ás velhinhas pistolas Roth Steyr do exército austro-húngaro, de 1907.
Assim, afinal, o que é a Glock?
É simplesmente a reunião de uma série de boas ideias devidamente redesenhadas e incorporadas numa única arma que será, digam lá o que disserem, uma das melhores armas de fogo de sempre.
Foi apresentado um caderno de quesitos, as marcas concorreram e apresentaram as suas armas para teste.
Para não variar, a Glock 19 varreu literalmente a concorrência, quer pela sua qualidade, quer pelo seu preço imbatível.
Mas... de repente, já a meio do concurso, alguma alma iluminada lembra-se de introduzir um novo quesito: a arma a ser fornecida, tinha obrigatoriamente de possuir uma patilha de segurança externa!
Não que eu tenha alguma coisa contra a evolução... antes pelo contrário!
Mas sou muito parcial contra esta segurança em termos de ergonomia: em situações de stress (deixemos-nos de tretas, de medo mesmo!), pela análise das fotografias que se vão apanhando por aí, em minha opinião os operadores estão sujeitos a ejectar o carregador quando quiserem colocar a patilha de segurança na posição de fogo.
Por outro lado, pode acontecer o operador ficar a lutar contra o botão da patilha de segurança, quando quiserem fazer uma troca de carregador...
Isto tudo, exclusivamente porque é muito mais fácil fazer o pedido estúpido de uma patilha de segurança que não faz falta nenhuma, do que ensinar os operadores a utilizar as armas em segurança.
Claro que estes não foram os únicos iluminados… basta ver a quantidade de “coisas” para a Glock que aí andam, como sejam os “Saf-T-Block”, os “Side LockSafety Trigger”, e tantas outras cangalhas que aparecem no sentido de se ganhar umas lecas, a troco de um sentimento de segurança física que na realidade não existe.
Quanto ao ser uma arma revolucionária… bem… desculpem-me os puristas, mas não o era e continua a não o ser!
A carcaça integralmente em plástico remonta á velhinha Heckler & Koch VP70 concebida em 1968 e comercializada em 1970, sendo também uma das primeiras pistolas modernas sem qualquer patilha de segurança externa.
O sistema de travamento Browning com rampa de travamento já vem da Hi-Power em finais da década de 20’, e o travamento por bloco na janela de ejecção da Peters também é da década de 50’.
Já o sistema do gatilho remonta ás velhinhas pistolas Roth Steyr do exército austro-húngaro, de 1907.
Assim, afinal, o que é a Glock?
É simplesmente a reunião de uma série de boas ideias devidamente redesenhadas e incorporadas numa única arma que será, digam lá o que disserem, uma das melhores armas de fogo de sempre.
31/05/2008
De volta
De facto estou de volta, a ausência deveu-se ao muito trabalho que tive a preparar um evento de dimensão significativa, o qual divulgarei num post próprio., e claro á minha, sempre exigente, actividade profissional.
Julgo que tempo o que me mantive afastado deste nosso espaço de reflexão, foi bem compensado com o curso que estive a preparar, e que divulgarei a seguir.
10/05/2008
Novidades para breve
Este post serve apenas para informar, que a ausência de posts verificada recentemente, é apenas reflexo da preparação de uma acção de formação que será levada a cabo muito em breve, e que me está a consumir todo o tempo disponivel. Conto colocar online novidades a muito breve trecho!
Agradeço as visitas, e voltarei á carga assim que tiver novidades, ou um pouco de tempo para reflectir convosco sobre alguma matéria.
20/04/2008
Lanterna táctica - ferramenta indispensável
Hoje, o operador moderno, tem ao seu dispor um panóplia de equipamento e armamento que lhe confere um grau de versatilidade, e capacidade destrutiva, verdadeiramente impressionante, principalmente se olharmos para o que tinha ao seu dispor, há apenas uma década.
De todo esse equipamento, destaco neste post algo que considero fundamental: a lanterna táctica.
Tantas vezes negligenciada pelos operadores, os menos profissionais, claro está, este equipamento é imprescindível ao profissional moderno.
Hoje cerca de 70% dos confrontos que envolvem membros de forças de segurança, ocorrem em ambientes com baixa ou nenhuma visibilidade, este facto, só por si, diz bem da utilidade da lanterna táctica. Porém, a simples posse do objecto, não confere um certificado de salvaguarda do operador, ela de pouco serve sem os conhecimentos de técnicas de Low Light. Diria até, que mal utilizada pode mesmo virar-se contra o operador.
A formação em Low Light é hoje fundamental, ela permite a apreensão de técnicas de uso da lanterna táctica, de forma a que o operador ganhe a vantagem que pode resolver o confronto a seu favor.
O uso da luz pode dissimular a posição do operador, pode incapacitar momentaneamente a ameaça, e pode até servir de patamar, numa situação em que estamos perante uma escalada do uso da força, de forma necessária. Serve ainda para outras questões práticas, como a revista de espaços, etc...
Diria, assim, que o domínio destas técnicas, faz parte da carteira de conhecimentos básicos do operador moderno, e que quem não os domina, para além de servir de pouco aos seus colegas em caso de intervenção em locais com baixa, ou nenhuma, luminosidade, pode ainda representar um perigo a toda a equipa, dado que, como já vimos, o uso incorrecto da lanterna táctica pode fazer perigar a integridade física dos operadores, revelando a sua posição, em detrimento de a dissimular, e passando a vantagem táctica para a ameaça, em vez de a usar para o sucesso da intervenção.
Sobre esta matéria destaco, claro, o Surefire Institute, que tem feito um grande trabalho de estudo acerca da temática, e que tem permitido o desenvolvimento de equipamentos de elevadíssima qualidade.
Em Portugal, já existe quem trabalhe, em termos de formação, com Low Light, o COP por exemplo, e outros formadores que surgem no mercado recentemente, mas que lhe acrescentam, óbvia qualidade.
Por fim, quero dizer que a formação de Low Light estará presente no calendário de 2008, quer integrada em algumas formações, quer isoladamente. Avisarei as datas quando se afigurar pertinente.
De todo esse equipamento, destaco neste post algo que considero fundamental: a lanterna táctica.
Tantas vezes negligenciada pelos operadores, os menos profissionais, claro está, este equipamento é imprescindível ao profissional moderno.
Hoje cerca de 70% dos confrontos que envolvem membros de forças de segurança, ocorrem em ambientes com baixa ou nenhuma visibilidade, este facto, só por si, diz bem da utilidade da lanterna táctica. Porém, a simples posse do objecto, não confere um certificado de salvaguarda do operador, ela de pouco serve sem os conhecimentos de técnicas de Low Light. Diria até, que mal utilizada pode mesmo virar-se contra o operador.
A formação em Low Light é hoje fundamental, ela permite a apreensão de técnicas de uso da lanterna táctica, de forma a que o operador ganhe a vantagem que pode resolver o confronto a seu favor.
O uso da luz pode dissimular a posição do operador, pode incapacitar momentaneamente a ameaça, e pode até servir de patamar, numa situação em que estamos perante uma escalada do uso da força, de forma necessária. Serve ainda para outras questões práticas, como a revista de espaços, etc...
Diria, assim, que o domínio destas técnicas, faz parte da carteira de conhecimentos básicos do operador moderno, e que quem não os domina, para além de servir de pouco aos seus colegas em caso de intervenção em locais com baixa, ou nenhuma, luminosidade, pode ainda representar um perigo a toda a equipa, dado que, como já vimos, o uso incorrecto da lanterna táctica pode fazer perigar a integridade física dos operadores, revelando a sua posição, em detrimento de a dissimular, e passando a vantagem táctica para a ameaça, em vez de a usar para o sucesso da intervenção.
Sobre esta matéria destaco, claro, o Surefire Institute, que tem feito um grande trabalho de estudo acerca da temática, e que tem permitido o desenvolvimento de equipamentos de elevadíssima qualidade.
Em Portugal, já existe quem trabalhe, em termos de formação, com Low Light, o COP por exemplo, e outros formadores que surgem no mercado recentemente, mas que lhe acrescentam, óbvia qualidade.
Por fim, quero dizer que a formação de Low Light estará presente no calendário de 2008, quer integrada em algumas formações, quer isoladamente. Avisarei as datas quando se afigurar pertinente.
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Jaime Borges Pereira
19/04/2008
Briefing
E de novo Cecilio Andrade brinda-nos com mais um grande artigo, desta feita acerca de um momento de suma importância, no que toca á intervenção.
Briefing pre-acción
Feb 3rd, 2008 por Cecilio Andrade
“Puede suceder que lo previsto ocurra de manera imprevista.”
Bushido.
El briefing pre-acción es la reunión de coordinación, donde se realiza la exposición inicial a los miembros alertados. Puede realizarse en un lugar preparado para ello, con los medios audiovisuales pertinentes, ya sea en una comisaría, una base militar o un vehículo de mando preparado para ello. También puede realizarse sobre el mismo terreno, ya sea por premura de tiempo o por falta de instalaciones adecuadas.
Durante el mismo los miembros del equipo deben plantear cuantas dudas y inconvenientes consideren necesario clarificar. No es admisible el comenzar una operación sin una total comprensión de la misión y todos sus puntos.
Se mostrarán fotografías, mapas, croquis y planos de la zona de actuación, del edificio o vehículo objetivo, videos de inteligencia, en resumen de todo aquello que ayude a la operación. Si es posible y la situación lo requiere se suministrará un completo informe con toda la documentación, fotos y material que se considere de utilidad para el operativo. Las imágenes, fotos, videos o retratos robots serán especialmente importantes, tanto para el grupo de asalto como para los equipos de observadores/informadores o francotiradores si se dispone de ellos.Tras esta primera parte se procede a la designación de la equipación, la habitual y la específica en particular. Tras lo cual se procederá a su comprobación. ÷ Arma principal y secundaria (si procede). ÷ Municiones usuales y/o especiales.
÷ Armas específicas (escopetas, lanzagranadas, fusil de precisión, explosivos y accesorios de los mismos, etc.).
÷ Equipo de intervención (grilletes, linterna, bastón extensible, spray, navaja, etc.).
÷ Equipo de ráppel y/o escala.
÷ Uniformidad, ropa, calzado, cubrecabeza.
÷ Identificación visible policial o militar.
÷ Funda, chaleco táctico y balístico.
÷ Máscara de gas y filtros.
÷ Equipos específicos (ariete, bolsas de pruebas, cámara de video, etc.).
÷ Vehículos.
Durante el briefing debe quedar muy claro el fin primordial de nuestra acción, la misión. Prestando especial atención en no salirnos nunca fuera de las reglas de enfrentamiento marcadas, según el tipo de misión a realizar.
÷ Rescate de rehenes.
÷ Detención de alto riesgo.
÷ Centro producción o distribución de drogas.
÷ Apoyo a la protección VIP.
÷ Seguridad de actos relevantes.
÷ Escolta de convoys.
÷ Limpieza y control de zona.
Definiremos todos los factores que afectan a la fase de aproximación y acceso.
÷ Tipo de construcción o vehículo, y entorno.
÷ Accesos, tipo e impedimentos.
÷ Ventanas.
÷ Obstáculos e impedimentos durante la aproximación.
÷ Estructura interna del objetivo.
El grupo encargado de la recopilación de inteligencia suministra los últimos datos disponibles.
÷ Sobre los delincuentes:
÷ Historial delictivo.
÷ Armas y equipos.
÷ Nivel de riesgo.
÷ Objetivo de su acción.
÷ Estado anímico.
÷ Vehículos, etc.
÷ Ciudadanos involucrados:
÷ Número.
÷ Edad.
÷ Sexo.
÷ Profesión.
÷ Situación respecto a los secuestradores.
÷ Estado anímico, etc.
÷ Compromisos externos.
÷ Presiones políticas.
÷ Cámaras de TV.
÷ Apoyo social.
÷ Posibilidad de aislar la zona, etc.
÷ Acción sobre el objetivo:
÷ Aproximación, formación y ruta.
÷ Comunicación previa de la entrada si procede.
÷ Entrada, orden, forma y despliegue.
÷ Control y aseguración de zona.
÷ Control de sospechosos y/o pruebas.
÷ Etiquetado de pruebas y/o personas.
÷ Esterilización de zona.
÷ Salida de zona.
El grupo de francotirador/observador necesita conocer perfectamente el plan operativo del grupo de asalto:
÷ Hora de actuación.
÷ Rutas de aproximación.
÷ Rutas de evacuación y evasión.
÷ Rutas posibles de huida de los criminales.
÷ Punto de entrada principal y secundarios.
÷ Elemento de distracción.
÷ Método de acceso.
÷ Zonas vulnerables.
÷ Sistema de comunicación.
÷ Identificadores personales.
÷ Orden de repliegue.
÷ Orden de fin del operativo.
Otros puntos a tratar podrían resumirse con:
÷ Canal de transmisiones de trabajo principal, secundario, alternativo y de emergencia.
÷ Códigos de identificación y contraseñas.
÷ Otras unidades involucradas y formas de enlace.
÷ Equipos especiales no habituales.
÷ Coordinación final.
÷ Preguntas y últimas dudas.
Una vez clarificados e informados sobre todos los puntos anteriores, el personal pasa a lo que se viene denominando Control Pre-operativo. Este se define como: “todas las acciones previas a la intervención, encaminadas a verificar el correcto estado del equipo, los agentes actuantes, comunicaciones, armas y municiones, equipos especiales y, como punto fundamental, la comprobación de que las condiciones del entorno no han sufrido modificación desde la última comprobación”.
La instrucción táctica individual sobre ruidos, voces, reflejos y brillos debe ser muy esmerada. Las armas se montarán previamente para evitar el ruido característico.
Repasar finalmente las órdenes de intervención y el plan general de la operación, para posteriormente pasar a la posición de partida.
Briefing pre-acción
Feb 3rd, 2008 por Cecilio Andrade
“Puede suceder que lo previsto ocurra de manera imprevista.”
Bushido.
El briefing pre-acción es la reunión de coordinación, donde se realiza la exposición inicial a los miembros alertados. Puede realizarse en un lugar preparado para ello, con los medios audiovisuales pertinentes, ya sea en una comisaría, una base militar o un vehículo de mando preparado para ello. También puede realizarse sobre el mismo terreno, ya sea por premura de tiempo o por falta de instalaciones adecuadas.
Durante el mismo los miembros del equipo deben plantear cuantas dudas y inconvenientes consideren necesario clarificar. No es admisible el comenzar una operación sin una total comprensión de la misión y todos sus puntos.
Se mostrarán fotografías, mapas, croquis y planos de la zona de actuación, del edificio o vehículo objetivo, videos de inteligencia, en resumen de todo aquello que ayude a la operación. Si es posible y la situación lo requiere se suministrará un completo informe con toda la documentación, fotos y material que se considere de utilidad para el operativo. Las imágenes, fotos, videos o retratos robots serán especialmente importantes, tanto para el grupo de asalto como para los equipos de observadores/informadores o francotiradores si se dispone de ellos.Tras esta primera parte se procede a la designación de la equipación, la habitual y la específica en particular. Tras lo cual se procederá a su comprobación. ÷ Arma principal y secundaria (si procede). ÷ Municiones usuales y/o especiales.
÷ Armas específicas (escopetas, lanzagranadas, fusil de precisión, explosivos y accesorios de los mismos, etc.).
÷ Equipo de intervención (grilletes, linterna, bastón extensible, spray, navaja, etc.).
÷ Equipo de ráppel y/o escala.
÷ Uniformidad, ropa, calzado, cubrecabeza.
÷ Identificación visible policial o militar.
÷ Funda, chaleco táctico y balístico.
÷ Máscara de gas y filtros.
÷ Equipos específicos (ariete, bolsas de pruebas, cámara de video, etc.).
÷ Vehículos.
Durante el briefing debe quedar muy claro el fin primordial de nuestra acción, la misión. Prestando especial atención en no salirnos nunca fuera de las reglas de enfrentamiento marcadas, según el tipo de misión a realizar.
÷ Rescate de rehenes.
÷ Detención de alto riesgo.
÷ Centro producción o distribución de drogas.
÷ Apoyo a la protección VIP.
÷ Seguridad de actos relevantes.
÷ Escolta de convoys.
÷ Limpieza y control de zona.
Definiremos todos los factores que afectan a la fase de aproximación y acceso.
÷ Tipo de construcción o vehículo, y entorno.
÷ Accesos, tipo e impedimentos.
÷ Ventanas.
÷ Obstáculos e impedimentos durante la aproximación.
÷ Estructura interna del objetivo.
El grupo encargado de la recopilación de inteligencia suministra los últimos datos disponibles.
÷ Sobre los delincuentes:
÷ Historial delictivo.
÷ Armas y equipos.
÷ Nivel de riesgo.
÷ Objetivo de su acción.
÷ Estado anímico.
÷ Vehículos, etc.
÷ Ciudadanos involucrados:
÷ Número.
÷ Edad.
÷ Sexo.
÷ Profesión.
÷ Situación respecto a los secuestradores.
÷ Estado anímico, etc.
÷ Compromisos externos.
÷ Presiones políticas.
÷ Cámaras de TV.
÷ Apoyo social.
÷ Posibilidad de aislar la zona, etc.
÷ Acción sobre el objetivo:
÷ Aproximación, formación y ruta.
÷ Comunicación previa de la entrada si procede.
÷ Entrada, orden, forma y despliegue.
÷ Control y aseguración de zona.
÷ Control de sospechosos y/o pruebas.
÷ Etiquetado de pruebas y/o personas.
÷ Esterilización de zona.
÷ Salida de zona.
El grupo de francotirador/observador necesita conocer perfectamente el plan operativo del grupo de asalto:
÷ Hora de actuación.
÷ Rutas de aproximación.
÷ Rutas de evacuación y evasión.
÷ Rutas posibles de huida de los criminales.
÷ Punto de entrada principal y secundarios.
÷ Elemento de distracción.
÷ Método de acceso.
÷ Zonas vulnerables.
÷ Sistema de comunicación.
÷ Identificadores personales.
÷ Orden de repliegue.
÷ Orden de fin del operativo.
Otros puntos a tratar podrían resumirse con:
÷ Canal de transmisiones de trabajo principal, secundario, alternativo y de emergencia.
÷ Códigos de identificación y contraseñas.
÷ Otras unidades involucradas y formas de enlace.
÷ Equipos especiales no habituales.
÷ Coordinación final.
÷ Preguntas y últimas dudas.
Una vez clarificados e informados sobre todos los puntos anteriores, el personal pasa a lo que se viene denominando Control Pre-operativo. Este se define como: “todas las acciones previas a la intervención, encaminadas a verificar el correcto estado del equipo, los agentes actuantes, comunicaciones, armas y municiones, equipos especiales y, como punto fundamental, la comprobación de que las condiciones del entorno no han sufrido modificación desde la última comprobación”.
La instrucción táctica individual sobre ruidos, voces, reflejos y brillos debe ser muy esmerada. Las armas se montarán previamente para evitar el ruido característico.
Repasar finalmente las órdenes de intervención y el plan general de la operación, para posteriormente pasar a la posición de partida.
28/03/2008
Força contra força , para todos os gostos 2
No seguimento do que dizia no post anterior, em que falei um pouco da possibilidade de quase tudo ser possível, e licito no força contra força, no que toca aos exercícios passiveis de ser realizados.
Importa agora falar do que teve anteceder a sessão de demonstração/execução, a sessão teórica de força contra força.
Esta sessão, da forma como eu a entendo, e as pessoas que trabalham comigo nesta matéria, também, deve abordar algumas questões consideradas chave. Por exemplo toda a panóplia de efeitos Psico-fisiológicos que sucedem ao operador quando tem medo, e entra em modo de auto-preservação, que como bem sabemos, não é controlável.
É, assim, obrigatório abordar as questões que se prendem com esta matéria, por forma a que os operadores percebam o que lhes sucede, quando estão "numa enrascada".
Importa ainda abordar questões do funcionamento do corpo humano, questões que passam pela forma como o nosso corpo recolhe e trata informação.
E outras, que não importa agora aprofundar...
É essencial esta sessão ser ministrada com qualidade, e com a maior interacção possível com os formandos, para que eles digam também as suas experiências pessoais, dado que cada operador é diferente de outro, e percepciona e reage ás condicionantes de forma diversa dos restantes.
E, fundamentalmente, porque no dia seguinte vão passar á prática, e vão vivenciar tudo o que abordou na sessão, do dia anterior. E só então vão, efectivamente, ter noção que, ao contrario do que julgam, muitas vezes, pouco sabem fazer, e muito menos conseguem fazer quando estão metidos em um "salsifré danado".
Mas no final, esperamos que saibam onde podem ganhar as pequenas vantagens que, tantas vezes, decidem o resultado do contacto com o agressor...
Importa agora falar do que teve anteceder a sessão de demonstração/execução, a sessão teórica de força contra força.
Esta sessão, da forma como eu a entendo, e as pessoas que trabalham comigo nesta matéria, também, deve abordar algumas questões consideradas chave. Por exemplo toda a panóplia de efeitos Psico-fisiológicos que sucedem ao operador quando tem medo, e entra em modo de auto-preservação, que como bem sabemos, não é controlável.
É, assim, obrigatório abordar as questões que se prendem com esta matéria, por forma a que os operadores percebam o que lhes sucede, quando estão "numa enrascada".
Importa ainda abordar questões do funcionamento do corpo humano, questões que passam pela forma como o nosso corpo recolhe e trata informação.
E outras, que não importa agora aprofundar...
É essencial esta sessão ser ministrada com qualidade, e com a maior interacção possível com os formandos, para que eles digam também as suas experiências pessoais, dado que cada operador é diferente de outro, e percepciona e reage ás condicionantes de forma diversa dos restantes.
E, fundamentalmente, porque no dia seguinte vão passar á prática, e vão vivenciar tudo o que abordou na sessão, do dia anterior. E só então vão, efectivamente, ter noção que, ao contrario do que julgam, muitas vezes, pouco sabem fazer, e muito menos conseguem fazer quando estão metidos em um "salsifré danado".
Mas no final, esperamos que saibam onde podem ganhar as pequenas vantagens que, tantas vezes, decidem o resultado do contacto com o agressor...
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Jaime Borges Pereira
25/03/2008
Força contra força, para todos os gostos
Pegando no que deve ser aqui o tema central, força contra força, e porque nos últimos dias tive oportunidade de debater o assunto com prestigiados colegas e amigos, importa colocar em perspectiva o que devem ser os exercícios de força contra força, e o que devem simular, ou não...
A pergunta recorrente é: que exercícios constam do força contra força?
A resposta é simples: o que quisermos!
Note o leitor, que as simulações podem ir até onde a imaginação nos levar, a turma nos permitir, e o formador conseguir transmitir.
Eu, pessoalmente, gosto de colocar em ênfase situações de confronto armado, arma curta/longa e arma branca, em duelo, contra um ou múltiplos adversários, em cenários que normalmente não oferecem grande protecção ao operador, o que força á implementação de três coisas que acho essenciais: concentração e direcção da agressividade, movimento e destreza no uso do armamento.
Gosto particularmente de analisar o efeito da tensão e do medo com os meus formandos, porque entendo serem factores chave do confronto, quem percebe ambos tem mais hipóteses de ser bem sucedido, e sobre isso não aceito duvidas, passe a arrogância.
Existem, porem, outras abordagens e uma multiplicidade de cenários a criar, que podem ir ao encontro do que o formador pretende enfatizar na sua sessão de formação, e que igualmente, normalmente diria mesmo, criam imenso stress nos operadores, é impressionante o que, a titulo de exemplo, um individuo suspeito a mexer numa simples porta pode provocar a um operador, pelo simples facto de este antecipar um confronto, eu já levei dois impactos de softair numa perna, por ter aberto uma porta, estando desarmado... é no mínimo elucidativo sobre o que é o descontrolo que se consegue provocar aos operadores no força contra força.
Claro que, a nossa turma "escolhe" o tipo de curso que vamos ministrar, se publicitamos de forma genérica convém adaptar os exercícios ás realidades dos formandos, sob pena de eles não perceberem para que serve tudo aquilo... se por outro lado publicitamos o tipo de curso que vamos ministrar, por norma a turma aparece já formatada para o que se vai executar, o que sempre simplifica a questão.
Outras considerações serão feitas nos próximos dias, até lá.
A pergunta recorrente é: que exercícios constam do força contra força?
A resposta é simples: o que quisermos!
Note o leitor, que as simulações podem ir até onde a imaginação nos levar, a turma nos permitir, e o formador conseguir transmitir.
Eu, pessoalmente, gosto de colocar em ênfase situações de confronto armado, arma curta/longa e arma branca, em duelo, contra um ou múltiplos adversários, em cenários que normalmente não oferecem grande protecção ao operador, o que força á implementação de três coisas que acho essenciais: concentração e direcção da agressividade, movimento e destreza no uso do armamento.
Gosto particularmente de analisar o efeito da tensão e do medo com os meus formandos, porque entendo serem factores chave do confronto, quem percebe ambos tem mais hipóteses de ser bem sucedido, e sobre isso não aceito duvidas, passe a arrogância.
Existem, porem, outras abordagens e uma multiplicidade de cenários a criar, que podem ir ao encontro do que o formador pretende enfatizar na sua sessão de formação, e que igualmente, normalmente diria mesmo, criam imenso stress nos operadores, é impressionante o que, a titulo de exemplo, um individuo suspeito a mexer numa simples porta pode provocar a um operador, pelo simples facto de este antecipar um confronto, eu já levei dois impactos de softair numa perna, por ter aberto uma porta, estando desarmado... é no mínimo elucidativo sobre o que é o descontrolo que se consegue provocar aos operadores no força contra força.
Claro que, a nossa turma "escolhe" o tipo de curso que vamos ministrar, se publicitamos de forma genérica convém adaptar os exercícios ás realidades dos formandos, sob pena de eles não perceberem para que serve tudo aquilo... se por outro lado publicitamos o tipo de curso que vamos ministrar, por norma a turma aparece já formatada para o que se vai executar, o que sempre simplifica a questão.
Outras considerações serão feitas nos próximos dias, até lá.
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Jaime Borges Pereira
16/03/2008
Agradável surpresa
No sábado passado tive uma agradável surpresa, como há muito tempo não sucedia.
Tive oportunidade de frequentar uma acção de formação de Kubotan, organizado por um colega e amigo, e ministrada, de forma magistral, pelo Formador Telmo Gonçalves da PSP.
Digo que foi uma agradável surpresa, por vários motivos, primeiro porque, afinal, uma formação para ter sucesso pode muitas vezes ser simples, desde que bem estruturada, foi o caso. Depois porque o formador era de facto muito qualificado, e criou uma imediata empatia com os formandos, o que é sempre um grande contributo ao sucesso da formação. Ainda porque foi muito refrescante assistir a um curso, organizado para que policias aprendam coisas úteis, e não, como se tem visto recentemente, um curso organizado para ganhar dinheiro e protagonismo.
No que toca ao curso em si, de referir a simplicidade das várias técnicas, aliada a eficácia das mesmas. Fiquei, confesso, adepto de um equipamento/técnica que conhecia já, mas que não dominava pois nunca havia estudado a fundo.
Embora haja uma ou outra situação em que fiquei com a sensação de preferir utilizar outras técnicas que domino, e que considero mais simples nos casos concretos, devo dizer, que até nesses casos, dou de barato, que quem não conheça outras alternativas, fica muito bem servido com tudo o que pude estudar no estágio de Kubotan.
Para alem do supra citado, de referir a constante disponibilidade do formador em ajudar os formandos, o seu saber, que era muito, e a humildade de quem sabe, e quer ajudar os outros, em vez de se colocar em bicos de pés como tantos gostam de fazer. O formador está de parabéns quando as coisas correm bem, e neste caso, correram muito bem.
Quanto ao Kubotan, de referir que é um equipamento muito discreto, fácil de dominar nas várias pegas, facilmente conciliável, e muito prático para o uso diário do operador, ainda de referir que embora provoque dôr e grande desconforto (para dizer o mínimo) ao oponente, não deixa nódoas (não, não é um detergente, vocês sabem do que estou a falar...) o que é sempre útil para evitar mais problemas, no que toca á avaliação da conduta do agente em tribunal.
Fica o registo, é a repetir, sem duvida!
Tive oportunidade de frequentar uma acção de formação de Kubotan, organizado por um colega e amigo, e ministrada, de forma magistral, pelo Formador Telmo Gonçalves da PSP.
Digo que foi uma agradável surpresa, por vários motivos, primeiro porque, afinal, uma formação para ter sucesso pode muitas vezes ser simples, desde que bem estruturada, foi o caso. Depois porque o formador era de facto muito qualificado, e criou uma imediata empatia com os formandos, o que é sempre um grande contributo ao sucesso da formação. Ainda porque foi muito refrescante assistir a um curso, organizado para que policias aprendam coisas úteis, e não, como se tem visto recentemente, um curso organizado para ganhar dinheiro e protagonismo.
No que toca ao curso em si, de referir a simplicidade das várias técnicas, aliada a eficácia das mesmas. Fiquei, confesso, adepto de um equipamento/técnica que conhecia já, mas que não dominava pois nunca havia estudado a fundo.
Embora haja uma ou outra situação em que fiquei com a sensação de preferir utilizar outras técnicas que domino, e que considero mais simples nos casos concretos, devo dizer, que até nesses casos, dou de barato, que quem não conheça outras alternativas, fica muito bem servido com tudo o que pude estudar no estágio de Kubotan.
Para alem do supra citado, de referir a constante disponibilidade do formador em ajudar os formandos, o seu saber, que era muito, e a humildade de quem sabe, e quer ajudar os outros, em vez de se colocar em bicos de pés como tantos gostam de fazer. O formador está de parabéns quando as coisas correm bem, e neste caso, correram muito bem.
Quanto ao Kubotan, de referir que é um equipamento muito discreto, fácil de dominar nas várias pegas, facilmente conciliável, e muito prático para o uso diário do operador, ainda de referir que embora provoque dôr e grande desconforto (para dizer o mínimo) ao oponente, não deixa nódoas (não, não é um detergente, vocês sabem do que estou a falar...) o que é sempre útil para evitar mais problemas, no que toca á avaliação da conduta do agente em tribunal.
Fica o registo, é a repetir, sem duvida!
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